quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

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DIA DO AGENTE DE TRÂNSITO
Não é possível conhecer São Paulo, viver em São Paulo, sentir-se paulistano sem levar em conta que elas e eles estão ali. Presentes. Homens e mulheres sempre presentes nas vias, nas madrugadas frias, nas tardes de calor sufocante, nas enchentes e nos vendavais, que derrubam árvores e bloqueiam caminhos, em meio à poluição e à babel ruidosa da cidade que nunca dorme. Enfrentando a fúria dos elementos, com água pela cintura, o silvo de seu apito, seus gestos vigorosos, evitam o caos e trazem conforto e segurança a pedestres e condutores. São eles que sinalizam, são eles que orientam, são eles que informam pacientemente. São eles que protegem os mananciais ao evitar derramamento de produtos perigosos nas nascentes e cursos d´água, evitam e combatem incêndios, impedindo que se propaguem. São eles que liberam caminhões entalados em pontes, destombam carretas carregadas, evitam vandalismo e a perda de cargas espalhadas pela avenida, secam com serragem as manchas de óleo nas pistas, descobrem atalhos emergenciais para onde dirigir o trânsito congestionado, capturam animais em risco – e que expõem a risco - os usuários das vias expressas, localizam acessos alternativos, usam meios de fortuna para impedir novos acidentes, protegem os feridos imobilizados no asfalto e evitam que colisões simples se agravem e se transformem em tragédias. Indigentes, suicidas, pessoas humanas vítimas da violência ou da morte súbita, que tantas vezes não foram respeitadas em vida, têm seus corpos afastados dos olhares curiosos e indiferentes dos passantes e preservados com respeito pelos agentes, num último preito aos que partiram, longe da privacidade de suas casas ou dos hospitais. Nos grandes eventos, são eles que nos conduzem com segurança pelas rotas mais seguras, até chegarmos ao estádio, ao jogo, ao show, à Formula Um, ao Carnaval, aos desfiles e às grandes marchas que reúnem milhares de pessoas, pelas ruas de nossa cidade. Nas emergências e nas panes na madrugada, quando nos sentimos frágeis e temos medo, sua presença amiga é o conforto, é a segurança, é a certeza de que não estamos mais sozinhos. Nas calamidades, são eles que nunca podem chorar, que não têm tempo de lamentar-se , pois seu foco é salvar vidas. A qualquer custo, eles mantém as vias fluindo com segurança, para que o socorro possa chegar. Ambulâncias, bombeiros, polícia, só podem prestar serviço se eles indicarem caminhos abertos. E por esses caminhos abertos partir, conduzindo as vítimas rumo ao socorro e à vida. Muitas vezes, seu papel de educador ou de fiscalizador não é bem compreendido por alguns. E eles são caluniados, ofendidos, xingados, agredidos, até mesmo feridos ou mortos no cumprimento do dever. Mas eles superam as incompreensões e as dificuldades, nunca desistem, mantém o bom humor e prosseguem altaneiros, aliando técnica, sensibilidade e coragem, no cumprimento de seu dever. Porque eles sabem, mais do que ninguém, que sem eles e sem elas, a cidade que nunca para, por certo iria parar. Poucas vezes nos damos conta de sua importância para a nossa vida cotidiana. Mas quando precisamos deles, eles lá estão sempre prontos a servir. Parabéns, agente de trânsito. Você faz toda a diferença para a Paulicéia desvairada que nós amamos. E para cada uma das pessoas que nela habitam, estudam, tratam sua saúde, realizam negócios, fazem turismo ou, simplesmente, passeiam pelas ruas e avenidas. Nós nos sentimos seguros no trânsito de São Paulo porque o agente da CET está ali, atento. Presente. A serviço do próximo. E com muito orgulho.

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